25 de abril de 2017

#DIY Personalização com patches


Olá, meus amores. Com vocês estão?

Hoje, resolvi dar uma repaginada nas roupas que eu já tinha em casa e foi tão fácil que resolvi mostrar à vocês.




1- Vocês vão precisar de uma roupa que já estejam enjoados, no meu caso, foi a jaqueta jeans.


2- Patches, que sejam os coláveis (eles vem com uma cola de tecido atrás, que é só aquecer, que eles colam)


3- Uma folha de ofício, ou manteiga. Para evitar o contato direto com o ferro, sob os patches, porque pode queimar.


4-
Está pronto para um novo look.

Coisas importantes: Na lavagem, pode acontecer de alguns patches soltarem, você tem a opção de costurar, ou ter cola de tecido de reserva pra reaplicar.


Lembrando que :
O patches são uma forma mais fácil e prática de customização, mas você pode usar tinta de tecido, estilete pra desfiar, rendas... Só usar a imaginação.


Beijos da Gleice.





  

22 de abril de 2017

Precisamos falar sobre depressão I



[Esse é um relato sobre como é viver com depressão, ou como sobreviver (conviver?) à ela.
Assim como a doença, este relato é real. Pessoas morrem todos os dias, e a gente não se dá ao luxo de tentar entender o porquê.]

No lado escuro da depressão – A crise.

Quando fui convidado para fazer este texto com o meu relato, eu comecei a pensar: ”Como começar?”, pois você meio que não sabe quando começa a ter depressão, aliás, qualquer doença é mais ou menos assim, a gente nunca sabe quando em si começou e o porquê começou. Se a depressão fosse um oceano, pessoas como eu, já estariam afogadas ali e estariam ali, por naufrágio e se afogando, mesmo sem saber como foi parar ali.

Seguindo essa linha de pensamento, a gente naquela hora não quer saber muito como chegou ali, a gente quer saber como sair e eu costumo ter um toque de esperança de que um dia eu vou sair, aliás, todos os dias quando eu não cedo aos flertes do suicídio, a crise existencial, a pressão psicológica, a falta de vitamina D e consigo ao menos naquele dia nadar contra a maré, já considero um dia que sai da depressão.

Todos nós temos pressões psicológicas e ficamos tristes, afinal isso nos tornam humanos, não é? Porém, a depressão é muito mais do que apenas um momento triste, porque aquele momento vai passar. A depressão é como uma “dorzinha” de cabeça que começa e você acha que vai passar, mas não passa e ela te acompanha, te atormenta, vira o seu próprio inferno.

Motivos que levaram a isso? Tem tantos a serem enumerados e é difícil descrever um por um, mas vou falar de três motivos que são muito, mais muito forte e são assuntos que realmente necessitam ser falado:

A primeira coisa, gira em torno do politicamente correto, palavras tem poderes mágicos, de matar alguém por dentro, de definir alguém ou de ajudar alguém. Quando pequeno, eu sofri muito bullying na escola, por palavras que machucam e dessas palavras eu fui definido e por isso me tornei uma pessoa solitária no meio social dentro da escola, ninguém queria fazer trabalhos comigo, ninguém queria sentar comigo no recreio, nem um bom dia eu recebia.


Uma vez eu fui recebido sim, sendo empurrado morro a baixo, pra ver se “bola rolava”, porque eu sempre fui uma pessoa gordinha e também muito afeminada, o que levou a ser motivo de chacota individualmente e publicamente. Infelizmente, tive que carregar isso calado, pois meus pais atacavam, como se a culpa fosse minha “por ser gordo e viado”, pronto... Meu mundo acabou ali!

Foi quando comecei a mutilar meu corpo e passei a seguir essa idéia e a me odiar também, por isso eu me mutilava todos os dias.

A segunda coisa é mais pesada: eu fui abusado sexualmente por um parente meu e esses abusos sexuais repetitivos, acabou gerando uma violência sexual. Hoje esse meu parente, é um pastor de igreja e eu estou aqui e sou a abominação da família, ele esta em seu segundo casamento e tem 4 filhos, mas é pastor de igreja e ele não é vergonha alguma pra família, porém eu??? Ah, eu sou por ser transgênero e assexual.

A terceira coisa foi o fato de ser incompreendido em diversas partes:

Eu comecei a flertar com o suicídio em meados dos meus 12 pra 13 anos, que foi quando eu tentei pela primeira vez me suicidar, porém eu era incompreendido, porque antes de fazer isso, eu havia avisado que eu iria fazer isso e meus pais me responderam: ”Isso é frescura de idade”, o que me gerou seqüelas e eu parei em um hospital e outras seqüelas a mais, dos 12 pra 13, até hoje com 21 anos flerto com o suicido.
Incompreendido por ser LGBT: Pergunte-se o que é ser assexual? E logo virá na sua cabeça uma pessoa que não faz sexo ou está em abstinência, porque não fica há bastante tempo. Pois há inúmeras piadas em torno disso e por ser bastante incompreendido, acabei parando em psicólogos, porque eu não tinha acesso de saber, o que eu era, achava que estava doente, me definia “homossexual”, pois era o mais próximo da realidade que eu vivia. É triste demais, saber que há pessoas como eu, porém são incompreendidas, porque não há espaço na mídia pra falar sobre assexualidade de fato.

Há outros pontos a serem listados, mas esses foram importantes a serem ditos.
Deixo como mensagem o seguinte:
No fundo do túnel se caçar há uma luz, sempre haverá e você terá duas opções, procurar o tratamento ou não lutar contra. 



Escrito por Leonardo Bastos.


19 de abril de 2017

Ditadura do Pertencer: ela pode ter fim?


"Nunca fui muito ligada a moda. Especialmente aquela que vimos todos os dias nos instagrams das digital influencer e nas passarelas ao redor do mundo. 
Minha vaidade sempre se limitou a uma calça jeans, uma blusinha, all star branco e brincos pequenos nas orelhas. Mas em determinando momento da vida, mais especificamente na faculdade comecei a sentir a pressão de ter que estar usando a roupa da moda e pertencer ao grupinho popular da turma. 

Foi difícil. Muito difícil. 

Nunca me sentia à altura das minhas colegas. Sempre estilosas, sempre deslocadas, sempre cheias de atitude. 
Era ditada a moda da faculdade e quem não estivesse dentro dela não pertenceria “a elite” famequiana. 
No começo foi difícil administrar isso. Aceitar que eu era diferente e que não me encaixava naquelas regras que, se eu não mudasse, eu não faria parte mesmo.  Mas eu não me entreguei, segui sendo eu mesma, com medo. 

Não, mas não pensem que continuei sendo eu porque era muito segura de mim. Pelo contrário. Nunca conheci alguém tão insegura quanto eu naquela época. Eu me sentia o patinho feio. A única sem estilo, sem atitude. A desajeitada. A fora de moda. 

Mas eu era tão insegura que não tinha nem coragem de mudar. De me tornar mais segura, mais descolada. Era como se qualquer passo em busca da aceitação me fizesse ficar mais longe de ser aceita. 

Como eu sofri e com o passar do tempo fui percebendo que tenho minha beleza diferente, minha moda única e que possa pertencer e ser feliz assim. 

Me entristece pensar em quantas meninas até hoje sofrem por isso. Por se sentirem menos, por se sentirem desajeitadas e sem chance de pertencer. Pertencer ao grupinho descolado da faculdade, pertencer a turma popular, do fundão. 

Hoje eu quero pedir pra essas meninas que como eu sofreram e sofrem com isso: se libertem!  Deixem de lado essa ditadura em que vivemos onde a moda das passarelas e das “digital influencer” é que vale.  
Acredite que você é muito importante e a sua moda é única. O seu padrão é único. 
VOCÊ É ÚNICA. 
Quebre as regras. Rompa os padrões impostos pela nossa sociedade. 
Não tente ser como aquela menina popular da faculdade ou da escola que te deixa inibida e com vergonha de ser quem você é. 




Faça o seu estilo. Seja você. Mesmo que isso te faça diferente.  Ser diferente é normal e pode te fazer muito feliz!"


Escrito por Helena de Oliveira  

17 de abril de 2017

Conheça a nova colaboradora do Conteúdo Feminino

Oi, coisas lindas (:

 O blog está crescendo! E fico extremamente feliz de compartilhar isso com vocês, ganhamos mais uma integrante nessa família: a Helena.

Vocês sabem que eu tenho o canal, e administrar os dois, não é uma tarefa fácil. Gravar vídeo, fazer planejamento de conteúdo, editar, fazer arte pra canal, toma mais tempo que escrever um post. E à partir de hoje, teremos a ajuda da Helena, pra remar nesse barco comigo. Ela estará escrevendo posts de quinze em quinze dias (até porque ela TAMBÉM tem o blog pessoal dela) cheios de conteúdos e coisas bacanas pra vocês. Estão curiosos?
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Oi!
 Me chamo Helena e tenho 24 anos. Sou gaúcha de Porto Alegre, onde moro atualmente e me formei em janeiro de 2014 em Publicidade e Propaganda. Sou leonina e muitas vezes não me vejo nas inúmeras descrições que leio sobre meu signo. Não sou a pessoa mais segura do mundo e também não vivo querendo ser o centro das atenções. Mas do meu signo trago comigo a lealdade e fidelidade àqueles que amo.

Me considero uma pessoa bastante guerreira e se tivesse que me definir em uma palavra, escolheria: SUPERAÇÃO.

Tenho meus defeitos também. O pior deles sem dúvida é a falta de paciência com determinadas situações, principalmente aquelas em que vejo que há injustiça.

 Trabalho em uma agência de publicidade, com atendimento publicitário. Essa função me propicia diariamente aprender a lidar com pessoas. De diferentes estilos e culturas. Não é fácil, é bastante desafiador na verdade. Mas tenho aprendido muito com as pessoas, principalmente sobre tolerância.

Atualmente venho me interessando muito pelo universo das redes sociais e produção de conteúdo. Então se tiverem dicas sobre esses assuntos vou adorar conversar sobre.
 Nunca tinha me desafiado a escrever para além do meu blog pessoal e nunca divulgado. Estou gostando da ideia e quero muito compartilhar com vocês um pouco sobre a vida.

Aqui no Conteúdo Feminino pretendo falar sobre vários assuntos que permeiam minha vida diariamente, sempre colocando meu ponto de vista para você e aberta a ouvir o que vocês tem a me dizer sobre o que escrevi. Espero que essa parceria seja de infinitas alegrias e descobertas!

Beijos,
Helena

 REDES SOCIAIS: www.facebook.com/helenanoliveira
 www.instagram.com/helenanoliveira 
medium.com/@helenanoliveira

13 de abril de 2017

Qual a diferença entre Cauterização, hidratação, nutrição e reconstrução?



Oi, gente. Como vocês estão?

Ontem, postei um vídeo novo no canal, explicando a diferença entre Cauterização, hidratação, nutrição e reconstrução. Muita gente confunde reconstrução com cauterização, e muitas até esquecem da existência e importância da nutrição, e algumas nem sabe como cada uma age nos nossos fios.

Por isso, nesse vídeo vai estar bem explicadinho:


Mas se ainda houver dúvidas:

Cauterização

É um tratamento capilar que ajuda à trazer de volta a proteína dos fios, a famosa queratina. Assim, reconstrói a massa capilar, recuperando a fibra, a elasticidade do cabelo. Ajuda quem está com os cabelos danificados, quebradiços e fracos.


Hidratação

Tratamento estético onde, através de cremes, repõem água ao fio, o tornando mais resistente, maleável e brilhoso.

Nutrição

Também é conhecida como umectação, repõe a oleosidade e gordura natural que muitas vezes acaba faltando, o que ocasiona opacidade e falta de brilho. É importante ressaltar, que a oleosidade natural é de extrema importância. Não adianta querer retirar a oleosidade por completo, pois o couro cabeludo produz mais e descontrola.

Reconstrução

A reconstrução é, basicamente, a mesma coisa que cauterização, o que diferencia é o processo como o fabricante pede que seja feito. A reconstrução também, como já diz o nome, reconstrói o fio, mas acontece que de uma forma mais rápida, em menos tempo de ação (algumas vezes). Diferente da cauterização, ela não precisa de calor para selar os fios.




Conseguiram entender? Espero ter ajudado,].

Beijos da Gleice.

7 de abril de 2017

Indicação de filme: Fragmentado






Olá, meninas!
Hoje vim trazer a indicação de um filme que me deixou extremamente pensativa durante dias.

Se você gosta de um filme com suspense e terror psicológico, te apresento Fragmentado (Split), do diretor M. Night Shyamalan, o mesmo de Corpo Fechado e O sexto sentido.

Só de saber isso, já me deixou interessada, esse diretor é simplesmente maravilhoso, e após lançar Corpo Fechado em 2000, ficou aquela vaga esperança no ar, de uma continuação. Fragmentado tem ligações com Corpo Fechado, então, vale à pena assisti-lo antes e torcer pra que esses dois cenários se encontrem em um terceiro filme.


Vou tentar não dar spoiler:

O filme conta a história de Kevin, que sofre de um transtorno dissociativo de identidade, onde possui 23 personalidades diferentes dentro de si. Aos poucos, você vai conhecendo alguns deles, e percebendo que alguma dessas personalidades são reféns das outras, o que o torna totalmente agressivo ao mais amável. O diretor é bem sucinto aos detalhes, e você realmente tem que refletir bastante pra unir todas as peças e entender por completo.


Minha dica é: não espere encontrar um filme de terror sobrenatural. O filme vai te passar o poder "desconhecido" do poder da mente, ou a falha dela, como quiser interpretar.









A atuação de James Mcavoy, merece no mínimo, um oscar.




Beijos!

5 de abril de 2017

Parede de lousa: como fazer e onde achar


Mais um #BEDA pra vocês:

Vocês, com certeza já viram circular pelas ondas da internet, fotos de espaços da casa com paredes pretas, onde as pessoas podem escrever com giz e apagar depois, não é?

Essa decoração tem ganhado espaço, por ser prática, linda e se encaixar em qualquer cômodo da casa.
Quer conferir?



Quarto:




Banheiro:




Sala de estar:


Office: